"Novo encanto..."
Autor: ELCIO ALVES (@Oinexistente)
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Quando: 07/07/2011
Dez raios
Olhai para
O Céu!
Suplique a Alá por
Uma boa companheira
Pois Surge uma estrela
em tua vida
enviada pelo Senhor.
Ela, feminina, se
Personifica
(Era o amor antes de tudo)
Parece que ela
Perpassou todas as
épocas.
Não entende que
Ela nasceu para amar
E ser amada!
A Musa, a música
a acompanha,
surpreendendo
os ouvidos.
Toca os corações
Como quem dá:
o toque da criação.
Mostra convicta
Onde está
Os maiores
erros humanos.
Pode devorar nossos
Maiores temores,
Com suas verdades involuntárias!
Em tese...
Envolve-nos, paralisa, ataca!
Nunca vira uma caça.
Transforma-nos numa lebre.
Categoria: Citação
Escrito por PSICOLAND às 22h52
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Indecisão rápida Eu não sei o que faço para esquecer você... para esquecer você... Eu não vivo sem pensar pensar em te amar... pensar em te amar... Eu confesso que chorei por você... Eu chorei por você... Eu chorei por você... Mas agora estou indeciso. Não sei se te esqueço ou se te amo ainda mais... Esta indecisão pode me matar... Preciso me livrar... Preciso me livrar...
Escrito por PSICOLAND às 11h42
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Conto do Descanço Oi, tudo bem? Se não tiver, tudo bem. Não tenho nada para fazer (nem nadar!), portanto, com esse mínimo tempo livre cronometrado em 30 minutos, resolvi escrever um conto. Nem sei o que é conto, mais eu vou contar mesmo assim. O que devo falar? Sobre o esquecimento? Sobre o dia que vivi hoje? Sobre a falta de tempo? É. É isso. Vou falar sobre a falta de tempo. Tanto que estou escrevendo este conto ou seja lá o que for escrito com uma pressa danada. Já pulei para outro parágrafo, e não sai da mesma. E o tempo está passando. Penso e ouço vozes onipresentes que falam sobre alguns aspectos burocráticos da vida. E eu aqui, tentando escrever alguma coisa para passar o tempo. Hum, agora já sei o significado da palavra passatempo. O passatempo é algo que você faz quando está sem nada para fazer, portanto, curtindo o niilismo. As atividades passatempóreas nos custam algum dinheiro. Os capitalistas inventam jogos interativos em grupo, palavras cruzadas que decifram a hegemonia capitalista e testa seu conhecimento lexical e semântico. Ah! Lexical é referente à palavra e semântico é referente ao significado das palavras (conhecimento modesto). Para terminar este parágrafo... Sei lá o que vou dizer. Acaba logo! Aff! Pronto! Mais um parágrafo se passou e nada do tempo passar. Ainda tenho uns vinte minutos para tagarelar ou grafemar besteiras. Por que não me liberam desse trabalho inóspito. Ah! Inóspito significa... Ah! Quer saber? Procure o significado no dicionário. Estude! Desculpe-me. Eu sei que você não gosta de estudar. Nem eu! Confesso. Estudar é muito chato! Um exemplo. Para quê eu quero saber o resultado da equação y =5x-13x+6. Sei lá quanto vai dar isso, e se der algo... Mesmo assim, eu já estudei este troço. Nem sei como pude assimilar (ou não-assimilar) este tipo de linguagem (lá vem você e suas dúvidas que não sei responder). Não me perturbe, por favor! Me deixe (sem ênclise, tá senhor gramático!) em paz e continue lendo essa porcaria de texto. Nossa, quase que esqueci do tempo que está passando e do enredo chatíssimo desse conto que é o passar do tempo (não se chateiem com os traços de oralidade desse texto, pois estou sem uma gramática metódica por perto). Tô conseguindo encher lingüiça (esse trema aí não existe mais, segundo o acordo ortográfico). Mas isso não vem ao caso. Não quero saber disso e nem você quer. Ou quer? Se quiser, problema seu! E se isso não é literatura, me responda: o que é literatura? Caramba! Viajei agora! (risos). Bom, chego ao fim deste texto, pois o tempo já passou, e eu tenho que ir para casa. Agradeço a atenção de todos (ou não) e despeço-me para sempre (já que você não irá voltar a ler meu conteúdo, pois nem sei se chegou até esse último parágrafo). Deixo um recado para ti. O tempo passa depressa. A vida passa depressa. O ônibus passa depressa. Ops! Ônibus? Ei! É o ônibus que devo pegar. Putz! Perdi. Isso que dá morar longe e esperar o tempo passar.
Escrito por PSICOLAND às 13h10
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CONTO DA HORA DO ALMOÇO Nada como a hora do almoço para matar a nossa fome!E para aqueles que não desfrutam desse momento, uma pena mesmo, pois não há hora melhor no dia. Para aqueles que trabalham as massantes oitos horas de trabalho e duas horas e meia de trânsito caótico das grandes cidades, também têm essa horinha para o desfrute da marmita ou dos restaurantes a quilo. É uma hora de interação do seu paladar (que não existe) com os minutos contados para o saciamento da fome. Que bololô no estômago, que nada! Tome um antiácido e estará tudo certo! Úlcera? Só daqui a pouco. Por enquanto, vá comendo esses petiscos deliciosos que seus olhos captam. Vá apreciando os quitutes do bar da esquina ou da carrocinha na passagem dos apressados. Não se incomode com as mosquinhas que se alimentam daqueles micros pedaços do tomate em decomposição, caído do cachorro-quente de forno vendido horas antes para a Senhora e a netinha, que foram fazer compras no supermercado que é a esquina. Mas agora chega com esse trololó todo! Vamos parar por aqui. Opa! Este “parar” que eu digo é referente aos vinte minutinhos que restam destes cinqüenta e seis minutos que são a dita “hora do almoço”. Seus olhos estão pesando. Seu corpo agora só centraliza suas forças em seu estômago. Toda a comida ingerida (nem toda) está sendo destruída para que seus nutrientes sejam recolhidos pelo seu organismo. O sono então vem e você se desvincula do trabalho e do mundo e cai no seu inconsciente, viajando entre o seu universo onírico, perpassando por dimensões que são a representação da sua vida pessoal. Aí vem o sonho. Ele sim quer dizer alguma coisa. É só você lembrá-lo ao acordar. Depois é só consultar um site de pesquisa na internet que terá o resultado. Ainda no mundo dos sonhos, que momento de glória. O sonho da sua emancipação financeira está sendo realizado. A harmonia que tanto almejava está acontecendo. Ei! O que está fazendo subindo esta escada? Ei cara, para com isso. Eu só estou narrando uma cena aqui. Ei! Cara! Não se joga desse prédio não! Não faça isso cara! Não! Ei cara! Tá na hora! Quero almoçar também! E lá se vai a hora do almoço e todas as inaptidões que ela nos causa. Todas as realizações, todo o relaxamento foi por água à baixo. É hora de voltar ao seu batente e proporcionar melhorias de vida aos detentores do meio de produção (Não estou puxando o saco de Marx nenhum hein!). Se amanhã não for domingo, terá outra oportunidade. Boa sorte e bom trabalho!
Escrito por PSICOLAND às 13h07
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Poema que fiz agora Qualquer palavra para começar idem, para quem terminar. Isso parece um pouco bobo. Mas, digo isso para meu povo. Não vou negar a história. Não vou fazer saudosismo. Sim, vocês estão em minha memória. Sim, vocês são o pessimismo. São rimas pobres sim. Mas o que isto importa? Não interessa a mim Fazer o certo como resposta. Vou terminar os quatetos. Tercetos aqui não os fiz. A métrica marco aos poucos. Para dizer o que se diz.
Escrito por PSICOLAND às 09h23
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Mais um poema com pronome enclitico, aff! PROVA-ME
Prova-me que és: Aquilo que pensas, Aquilo que fases, Aquilo que tentas ser.
Prova-me agora. Não quero na aurora ou outrora,
a vida que não tens.
Prova-me que és de: Ouro, Prata, Bronze, diamante ou do simples ferro.
Prova-me que estais aqui. Estais entre nós. Tú és algoz?
Prova-me que tudo não passou de boato. E que você, de fato, deveras existiu.
Prova-me que há de vir ser alguém. A existência há de sentir um porém.
Escrito por PSICOLAND às 10h32
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CONTO QUALQUER, MAS IMPORTANTE... Quem diria. Olha eu aqui mais uma vez. O que será que se passa em minha mente quando resolvo escrever sobre o nada. Hoje o dia poderia estar chuvoso, ou estar um calor danado, mas eu estou aqui em frente ao monitor do computador, pensando e repensando no que escreverei. E acreditem! Não consigo pensar em nada para escrever aqui nesta folha em branco. Agora resolvi. Vou contar uma história fictícia sobre uma banalidade da vida. Deixem só eu pensar em alguns personagens, enredo, tempo, ou seja, estas coisas que formam a narrativa. Pronto! Já pensei! Vamos lá. - Oi, eu me chamo Dorotéia. -Acabei de ser criada pelo nosso ilustríssimo escritor... Qual é o seu nome mesmo narrador? - Ei narrador, me responda! - Sem educação! - Desculpe leitores ou (as), mas o escritor dessa história parece que não gosta de dialogar com seus personagens. Nunca vi pessoa tão sisuda e egoísta como ele. -AAAAiiiii!!! -Não me esfaqueie!!! - AAAAAA!!! - Violência contra a mulher é crime! - Hummmm (Você fala demais. É melhor ficar amordaçada por algum tempo). -Oi, meu nome é Fausto (por favor, não e aquele da televisão). - Então morra Fausto!!! - Não, peraí, vamos conversar escritor... -Sem chance, toma borracha... -ahhhhh!!! -Estou tendo um infarte... -ahhhhhhh!!! Prezado leitor, É com muita tristeza que o autor dessa história acabou de falecer. Ele foi encontrado morto sob causa mortis um infarto fulminante. Peço-lhes desculpas e até a eternidade. Ass: Bombeiro do resgate.
Escrito por PSICOLAND às 15h33
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O CENTRO CULTURAL Nossa! Que chuva! Ainda bem que encontrei esse lugar público (privado) para me abrigar, já que estou quase todo encharcado, pois andei sob forte chuva de verão na cabeça. Ao entrar no recinto, já fui mal visto por estar molhado. Os seguranças do local observavam cada passo que eu dava, passando, uns aos outros, informações sobre o delinquente (eu) que acabara de adentrar no Centro Cultural. O espaço, históricamente reconhecido, já foi palco de muitas ações da população antes de virar uma mera casa de espetacularização da classe burguesa. Apesar disso, conheci este local, à princípio, por intermédio de uma instituição filantrópica, que cuidava de menores socioeconomicamente desfavorecidos. O local é utilizado para exposições de arte moderna, para mostra de vídeos holliwoodianos ou franceses ou de algum país massacrado por alguma guerra. Tudo aqui é para ser visto e admirado, pois é um banco estatal que banca toda essa parafernalha. O engraçado é que alguns funcionários como os próprios seguranças não possuem o dito "capital cultural" para a real apreciação dos itens expostos aqui. Este local é para o espanto e o encantamento da classe burguesa. Já os funcionários só querem receber em dia e não ter problemas com os possíveis acontecimentos ocasionados pelos antagonismos entre as classes sociais. Os seguranças ainda não pararam de me monitorar. O pior é que eu estou apenas com o dinheiro da passagem de ônibus na carteira e está uma chuva torrencial lá fora, eu estou sem guarda chuva e certamente ficarei resfriado. Hoje é o penúltimo dia do ano e não tem nada para se ver aqui a não ser a minha pessoa. Esta é diferente (ou diferenciada) das demais. Logo mais iniciará uma sessão teatral que irá mostrar alguma especularização da vida cotidiana, seja ela retratando a classe burguesa, a literatura burguesa, ou seja retratando, de forma caricatural, a classe trabalhadora e seus anseios. Já estou farto desse local comedido. Vou-me embora para o "camelódromo" visualizar as bugigangas capitalistas genéricas. Lá está o povo no qual pertenço. Devo sair desse espaço artificializado na qual a classe burguesa intelectualizada se espanta com tanta propriedade pvivada, pelas colunas douradas e arquitetura colonial desse espaço. Aff! Tchau!
Escrito por PSICOLAND às 14h12
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NÃO É UM SONETO
Os dias passam devagar, e eu não consigo nem contá-los. mas só posso acreditar, que só o tempo irá mudá-los.
A cada minuto que passa, eu não consigo entender. Porque a vida é tão vazia. Mesmo assim, tenho que vivê-la.
Nem que seja na pior. Nem que seja que eu mude só. Nem que seja por um instante. Porque o Nada é constante!
As nuvens passam devagar, e eu não consigo acompanhar. Mas eu só posso confiar, que minha hora irá chegar!
A cada ano que passa, eu não consigo presumir. Para onde vai a minha vida? Se o meu destino é ser assim...
Sempre fico na pior, sempre penso em ficar só, sempre acho tudo irritante... O azul do céu é tão abundante!
Escrito por PSICOLAND às 13h06
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"O SONHO BOM"
Autor: DESCONHECIDO
Quando: século IV a.C
Que sonho! Que sonho bom!
Quem não desejaria ser amado (a) pela bela ESTHENELAIS? Ela, porém, não abre a sua porta a qualqur um. Para merecê-la é preciso gostar muito. No entanto, sem nada despender, eu a tive em meus braços a noite inteira. Até o amanhecer, ela me ofereceu todos os seus encantos, ternamente.
Foi apenas um sonho, mas que importa? Não irei mais humilhar-me diante dela, que é cruel. Nem mais lamentarei o meu destino. Para que tú sejas docilmente minha amante, Esthernelais, basta-me dormir. Basta-me sonhar.
Categoria: Citação
Escrito por PSICOLAND às 00h12
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BETAMETAZONA CORTICÓIDE O que significa betametazona corticóide? Hoje eu tive um ataque de tosse... Será que era para amenizar isso? Ou era somente mais um teste bioquímico? Enquanto minha mente viaja na busca do saber, Meu corpo inveja e me faz adoecer... Porém, ele será cremado! Como as bruxas na santa inquisição. Ufa! Ainda bem que não será agora. Pois tomei a dosagem certa – eu acho. Um mililitro a mais e eu teria uma arritimia. Encerraria as batidas do meu coração. Não vou voltar à Grécia clássica, Muito menos as idéias e mundos platônicos. Também não confio na ciência, Ela só ameniza minha dor. Dor? A que deveras sente o poeta? Não! Não! A dor fisiológica... É! Esta mesmo! A dor que me limita de vez em quando. Não queria saber me analisar, Mas não consigo me calar. Aqui reflito sobre meu corpo e mente Não sinto a dor que deveras sente.
Escrito por PSICOLAND às 00h00
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ELA DANÇA COMO A MUSA...
Flamenca, és a dançarina. via toda platéia vislumbrar! A arte, a técnica, feminina. Aplausos, em pé, a saudar.
Flama os moveres. Via olhares aguçados. Vinha com toda elegância espantar. Suspiros, suores, contorções, ventos perfeitos. Para os observadores atentos, ensinuar.
Podes tú, ó graciosa musa sem conjunto. Adquirir admiradores sulbalternos. Para assim carisma criar.
Apenas desejas sucintas vistas, donde os atos seus paralisam a todos. Como és medusa, abusa, os corações a petrificar.
Escrito por PSICOLAND às 08h19
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BRASILEIROS E BRASILEIRAS
Saúdo-me! Ali estou, parado. E nada desse ônibus chegar! Saúdo-me! Estou eu, na cama... Tentando dormir, mas não consigo! Saúdo-me! Donde tirei inspiração... Para escrever sobre o nada! Saúdo-me! Para que perco meu tempo? A vida tenho que satisfazer! Saúdo-me! Digo aquilo que não existe... Se existe, comigo não reside! Saúdo-me! A manifestação em mim, corrói... Estimula o desassosego! Saúdo-me! Enfim, vibro naquilo que outrora pensei... Me despeço! Tchau! By Elcio Psico
Escrito por PSICOLAND às 22h32
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Minha gênese...
MINHA GÊNESE - PARTE II
Que casal lindo e diferente. Mas, a vida não era lá essas coisas! Tudo era perrengue, a não ser a felicidade da união. O pai se tornara um vendedor de bananas d'agua. A mãe, limpadora de ônibus de turismo. Desse matrimônio informal surge no mundo Rosineide, a irmã. Que alegria! Que alegria! Era a última definitivamente. A menininha era como uma princesa. Todos a cobriam de carinho, de mimos. Era a xodó do barraco. Até direito a um quadro com sua figura ampliada ela teve. Mas da Harmonia se faz o Caos. Dois anos se passaram. A mãe sentiu umas dores abdominais. O diagnóstico preciso dissera se tratar de um apêndice. Os médicos e suas opiniões não falham jamais! A mãe, desconfiadíssima com o fato, tomou um chazinho de pirim-pim-pim e o bichinho começou a mexer! Opa! Aí tem coisa! A comprovação se deu pela razão. Ao retornar ao médico, veio a notícia: - Está Grávida! -Vá providenciar o enxoval mamãe! Onde estaria a figura do pai neste momento? Ninguem soube, ninguém viu!
Escrito por PSICOLAND às 10h45
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IDENTIDADE MINHA
Inspiro-me no espírito natural, Consumo minha virtude transparente, maior, de esferas sutís, comovente.
Linda, de duas rosas deveras abertas; representam meu ser, minha aparência. Fora do jardim, da cor do céu, são azuis.
Não sou apenas abstração e emoção, mas sim, enquadro-me na contínua rotina da vida intensa comandada por meu coração.
Enquanto uns retrocedem a cadência da vida, Evoluo sucintamente ao saber que valida a temperança sob a altitude das montanhas perdidas.
Se choro de alegria ou tristeza é emoção? A lágrima escorre no meu rosto e cai no chão alimentando a semente para brotar a determinação.
Sou o ente que alimenta meu ser. Meu estigma me vaz levitar e compreender que a vida é experiência, é merecer!
Valor possuo. Lealdade pode fluir de um riacho. Matéria, carne e espírito me pertencem. Fortalece-me a inteligência do mundo.
Quem sou o que sou? Eu? Aparência de ser a primeira, ou o primeiro, em tudo. Quem na vida ao se desesperar, venceu?
by ELCIO PSICO
Escrito por PSICOLAND às 09h44
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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, BONSUCESSO, Homem, de 26 a 35 anos, Dutch, Danish, Livros, Sexo MSN -
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